quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Erros, sempre erros :/

É engraçado quando a gente se preocupa com alguém, né... Você começa a tentar evitar que coisas ruins aconteçam com ela e se pega sempre pensando se ela está bem ou arranjando mil desculpas para as coisas que, no seu ponto de vista, ela fez errado...

Até aí tudo bem, mas como viver é aprender, tá aí mais uma coisa que eu tenho que me lembrar... A felicidade dos outros, talvez infelizmente, não está nas minhas mãos e na maioria das vezes eu não posso ajudar... As vezes por impulso de não ver a pessoa chateada ou triste, acabamos fazendo coisas que nem achamos de todo certa, por um bem maior... e é aí que está o erro... você pode acabar magoando justamente quem tentou ajudar.

E depois que acontece, todos os seus fortes motivos parecem que fogem e você se sente meio estúpida por não ter visto isso antes... Droga, porque não existe uma manual de como tomar as atitudes certa. Escutar que alguém perdeu a confiança em você e saber que foi pq vc se meteu onde se quer foi chamado ou tinha o direito de entrar te faz ficar meio tonta sabe... do tipo... pense melhor no que vc faz... não é assim que se ajuda as pessoas... tenho que aprender a ficar mais na minha e a manter as minhas preocupações apenas comigo.

Fui.

3 comentários:

Anônimo disse...

Interessante, mas justamente. Se antes era permitido " entrar e dar palpite ", cruzar essa linha que entenda o outro lado, não foi feito com maldade. Tampouco com intenções que sejam merecedoras de perda de confiança.

Pra mim erro que redunde em perda de confiança, nasce, cresce e se desenvolve numa situação diferente da que tu expôs. Apesar de o ser humano não ser máquina e tampouco antes de sar máquina simplesmente ter o direito, pra mim equivocado, de achar que existem erros cometidos com boa intenção que valem magoas, broncas com abro aspas " justamente quem tentou ajudar ".

Um erro entre amigos pra terminar em merda tem que ser uma coisa que começou, se desenvolveu e morreu com a mais grossa das más intenções. Eu pelo menos vejo assim, eu sei que isso é um desabafo e eu tô teorizando em cima. Mas a felicidade de ninguém estará na mão de ninguém nunca, o que não impede que mesmo duma maneira metidona, exista um conselho um ato o que for... que o outro se chateie com isso. Não ao ponto de perder confiança, me parece equivocado e até um pouco uma maneira de menosprezar o que significa duas criaturas se amigando.

As vezes parece que a gente faz 1 milhão de coisas certas e dentro desse milhão as vezes algumas até nos foram custosas, teve um sacrifício em cima disso. Uma cagada as basta para que aconteça o que tu relatou. Eu me pergunto, quem erra no fim disso tudo?
Alguém que de boa intenção, que vamos jogar com a cabeça alheia... cruzou alguma linha, ou quem é tão radical a ponto de emputecer tão gigantescamente com quem queria ajudar?

Quando acontece com a gente, e nos é uma situação que nos afastam, nos negam e interpretam tudo errado o que a gente pensa é gozado, dói na gente, que tentou e quem não parou pra pensar só um pouquinho mais não só não sai doído como cheio de razão.

Mas até que ponto achar que isso foi um erro é que me parece o questionamento disso tudo. Desculpa se me alonguei ou até me intrometi demais.

Anônimo disse...

PS: Desculpa pra ser mais direto, se há erro nisso tudo, é um erro tão insignificante quanto esquecer o cadaraço do tênis amarrado.

Blog do Paulinho disse...

Bela explicação, gostei.
Seu Blog está formidável, espero sua visita ao meu Blog

http://paulo.de.zip.net/